segredosdoplanetaterra — 2/06/2008, 16:43

19ª Parte – O “Sistema Infernal” e os Reptilianos… (item 1)

 
 
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Como já foi bastante mencionado em várias partes deste blog, almas consideradas densas no sentido espiritual, advindas de vários orbes extraplanetários, encarnaram na Terra com fins de seus resgates kármicos. Entretanto, grande parte delas continuou e até adentraram mais e mais no submundo involutivo, causando tudo que é de ruim, de mal, de trevoso, e que existe atualmente em nossa civilização, caracterizando o que chamamos de “Sistema Infernal” aqui implantado no Planeta Terra. Com certeza, estamos no meio do caos, mencionado nos mais variados livros sagrados existentes, bem como nas inúmeras profecias que indicam “o final dos tempos”. Isto é inegável aos “olhos daqueles que não são cegos para ver”!!!

A título de informação, portanto, vamos aqui colocar alguma coisa sobre uma outra raça que muito se fala nos meios esotéricos – Os Reptilianos – bem como também vamos descrever num outro capítulo, um pouco sobre o “Sistema Illuminatis” e sua atuação conspiratória em nossa civilização. Nesta parte da história da Terra, não vejo como fugir dessas duas teorias que, com certeza para alguns, serão consideradas puros produtos de imaginação, mas para outros, e em particular para mim, são fatos totalmente reais para serem pensados e repensados! Evidente que estas duas teorias serão bem sintetizadas, apenas pinceladas serão dadas, como foram os demais fatos aqui postados. Lembrando que tudo que já foi escrito neste blog tem uma única finalidade: a de tomarmos consciência das fases que nosso planeta já passou, das “coincidências” que não existem, das “repetições” de acontecimentos, e do próximo evento importantíssimo pelo qual todos nós estaremos inseridos dentro de pouco tempo: A NOVA ENTRADA NO CINTURÃO DE FÓTONS DE ALCYON!

 

Quanto aos Reptilianos…

 

Os “Reptilianos” – assim conhecidos pela classe esotérica, a própria etimologia da palavra já os define, dispensando maiores comentários. Segundo consta, eles foram criados por Deus e colocados inicialmente num determinado planeta na Constelação de Órion, antes até mesmo da criação dos “Humanos Terrestres”, motivo pelo qual possuem uma tecnologia muito superior à nossa. Conforme citado em ‘comandoestelar.locaweb.com.br’- “os Répteis foram criados por ordem dos Construtores para representar o masculino, ou lado escuro, e os Humanos foram criados para representar o feminino, ou lado luminoso, neste Jogo de Integração das Polaridades”.  Desta forma, não devemos vê-los como aberrações, pois tudo indica que cada qual desempenha seus papéis dentro do Universo da Criação.

De pele escamosa com colorações variadas (verdes, marrons, bronze, negros, ou uma mistura destas), olhos verdes ou vermelhos, também são chamados de “Povos Serpentes”, “Lagartos”, ou “Dragões”, sendo que esta última advém do fato de também existirem no sistema Alfa Draconis, vizinho a Órion.

Trata-se de um povo colonizador de muitos planetas e sistemas estelares da Via Láctea e dentro de sua cultura, acreditam-se com o poder de eliminar raças não-répteis em planetas que pretendem dominar. Fala-se, inclusive, que esses reptilianos extraterrestres podem ser considerados uma raça de invasores intergalácticos.

Mas, aqui vale uma outra explicação: de acordo com Zecharia Sitchin, antes da Terra pertencer a este sistema solar atual, ela chamava-se “Tiamat” - um planeta do tamanho de Urano e que orbitava entre Marte e Júpiter. E quando o tão comentado “Nibiru” (este vai ser um outro assunto posterior deste blog) colidiu com Tiamat numa era bastante remota, a Terra (Tiamat) deslocou-se e foi parar onde hoje se encontra, entre Marte e Vênus. E segundo consta, os Reptilianos foram os primeiros colonizadores de Tiamat (Terra), sendo que muitos deles se infiltraram em bolsões subterrâneos e subaquáticos, por ocasião dessa grande catástrofe que rachou o planeta ao meio, sobrando o que conhecemos como Planeta Terra.

Isto justifica o fato dos Reptilianos (que de acordo com o que foi dito acima seriam remanescentes de Tiamat) se acharem “donos da Terra”, por já morarem nela muito antes dos humanos. Motivo pelo qual, com o decorrer de milhões de anos habitando em bolsões subterrâneos , aos poucos foram se infiltrando em nossos meios, através de formações híbrido-genéticas, que lhes favorecem inclusive o nascimento em corpos humanos, já que possuem ciência e tecnologia bem mais avançadas do que a nossa atualmente. Por outro lado, por ser um povo originário de outros orbes planetários, portanto extraterrestres, e invasores intergalácticos, outros dessa raça, advindos de fora do planeta, se somaram aos anteriores, formando uma grande sociedade reptiliana aqui instalada.

Parece coisa de doido, não acham? Mas, já disse um dos maiores pesquisadores do “sistema infernal” David Icke: “De fato, se você fizer o seu trabalho bem o bastante, as pessoas irão rir da verdade, chamá-la de insana, e ridicularizar qualquer um que a promova”. Portanto, podem até me achar insana, mas ao postar sobre esse assunto aqui, considero que estou fazendo o meu trabalho, por atualmente acreditar nisso tudo. Realmente, quando me falaram sobre esse assunto pela primeira vez, achei uma fantasia descabida e absurda. Com o passar dos tempos, outras informações foram chegando e que me despertaram o espírito de pesquisa, levando-me a concluir pela real existência desses seres infiltrados em meio a nós, até porque fatos verídicos me foram apresentados de forma bem contundentes. Ainda neste tópico (item 2 - 20ª Parte), colocarei uma das situações que não me deixaram dúvidas sobre a existência desses seres aqui na Terra.

Sábios, porém desprovidos em sua maioria de “espiritualidade”, bem como com “emoções” diferenciadas das humanas, as infiltrações reptilianas ajudaram o “sistema infernal” no semear de discórdias entre seres humanos, ao mesmo tempo em que, através de pseudos laços de amizade, ganharam a confiança de alguns, em troca de tecnologias que para eles já eram obsoletas, mas para nós mostravam-se como grandes novidades. Daí, a ocorrência de uma grande ruptura entre os seres humanos, onde uma grande parte optou pela tecnologia e outra menor pela espiritualidade.

“Os contos sobre a "raça serpente" em culturas antigas são simplesmente intermináveis para onde quer que você olhe, e o simbolismo serpente-reptiliano (…) são igualmente difundidos. Nós vemos isto na Bíblia, por exemplo, com a serpente no "Jardim do Éden" - uma história que claramente vem dos contos Sumérios, assim como a história de Moisés nos juncos, uma história contada sobre um rei Sumério muito antes da Bíblia. (…) Destes descendentes híbridos veio "o direito divino dos reis", a crença de que somente aqueles de "sangue azul" têm o direito de governar dado por Deus. Na verdade esse direito não é "divino". É o direito de governar dado pelos "deuses" reptilianos por via de sua genética híbrida. Estes híbridos se tornaram depois as famílias reais e aristocráticas da Europa e, graças ao "Grande" Império britânico e aos outros impérios europeus, eles foram exportados para as Américas, África, Austrália, Nova Zelândia, e diretamente para o Distante Oriente onde eles conectaram-se com outros híbridos reptilianos, como aqueles, mais obviamente, na China onde o simbolismo do dragão é a base da cultura deles. Estas linhagens híbridas reptilianas-humanas se tornaram os governantes políticos e econômicos daquelas terras ocupadas pelos impérios europeus e elas continuam governando esses países ainda hoje. Os Estados Unidos da América tem sido o lar de centenas de milhões de pessoas desde 1776. E o que é mais surpreendente é que essas pessoas vieram de uma incrivelmente diversa mistura genética”. (http://www.davidicke.com/icke/temp/reptconn.html).

Obs: Continuação deste tópico na 20ª Parte do blog.

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 02 de Junho de 2008

Hipátia III

segredosdoplanetaterra — 1/06/2008, 07:05

18ª Parte – Fim do Projeto da Luz e a Nossa Era Atual…

 
 
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Nesta fase, há cerca de oito mil anos atrás, a Terra já se encontrava totalmente recuperada dos efeitos perniciosos causados na era atlante, pois no Projeto de Luz que se seguiu, essa civilização tinha respeito e totais cuidados com a Mãe Natureza. Ao término desse projeto, as almas desta sociedade foram todas transmigradas, uma parte para dimensões intraterrenas, e outra para orbes mais evoluídos, talvez até para outras galáxias, com fins de continuidade de seus crescimentos espirituais.

Sendo assim, outro Projeto foi aqui iniciado, não mais sob a supervisão do Comando Asthar, por se tratar de um novo Projeto Kármico e cujo Comando Planetário obedeceria as Leis do Comando Maior de Jesus Cristo. Com isso, novamente o umbral terrestre passou a ser preenchido por almas que vieram para novas encarnações na Terra. Aí, vem a dúvida: se a Terra já se encontrava num plano mais espiritualizado de Luz, como pode retroceder para outro projeto kármico? A resposta é: “O planeta não evolui dentro de uma visão linear que estamos acostumados a pensar, mas de uma forma totalmente nova e diferente de tudo aquilo que nossas atuais consciências possam conceber”. (Livro Projeto Terra – Prof. Laércio Fonseca – pg. 109). Na verdade, a Terra tem sido um palco de experiências para a evolução espiritual, portanto a questão não está na evolução da mesma, mas sim na sua preservação e na evolução das almas que nela habitam em fases, projetos e eras intermitentes.

“Nesse novo período do Projeto Terra, novas hordas de almas começaram a chegar ao orbe terrestre, oriundas de vários setores da galáxia e de projetos bem distintos. Cada horda carregava em seu íntimo os estágios evolutivos de suas últimas experiências em seus projetos planetários anteriores”. (pg. 109 do mesmo livro).

Para uma melhor compreensão desse nosso período na Terra (civilização atual), vamos dividir essa fase planetária em duas etapas distintas:

1º) Período anti-diluviano – No qual, inicialmente, imperou o primitivismo advindo de almas pouco desenvolvidas espiritual e tecnologicamente, o que resultou numa civilização bastante rudimentar, conhecida por todos como a nossa “pré-hitória”. Os seres humanos viviam em tribos e praticavam atos de barbáries. Aos poucos e sob a influencia embora (ainda) primitiva espiritualmente de novas almas advindas de outros orbes, foram se desenvolvendo no tocante às artes, ciências, religião e governos.

A distribuição dessas almas deu-se da seguinte forma: na Europa, concentraram-se os originários de Capela; no norte e nordeste da África mais Oriente Médio, os advindos de Sirius; e nas atuais regiões da China, Índia e imediações, os filhos de Aldebarã. Ou seja, novamente aqui foram instaladas as antigas almas do “sistema infernal”, com fins de resgates kármicos, pois Deus, na sua infinita misericórdia, sempre quer resgatar os seus filhos, mesmo que sejam “ovelhas desgarradas” da luz.

Só que, ao invés de galgarem a evolução espiritual, dadas as experiências kármicas aqui vividas, esses seres foram involuindo cada vez mais, num processo de grande degradação, onde a inversão de valores morais, éticos e espirituais eram gritantes.

Foi quando, mais uma vez, o Reino Devas, em comum acordo com o Comando Kármico Planetário, enviaram o “Dilúvio”, onde chuvas torrenciais e, por conseqüência, a elevação das águas do mar, por mais de um mês, “lavaram os pecados do mundo”, destruindo quase tudo sobre a superfície terrestre. Não devemos entender isso como “castigo de Deus”, pois Ele é Bondade e Sabedoria e jamais castigaria seus filhos; mas sim, como necessidade de por um fim em algo que já fugia do controle e que, por conseguinte, afastava seus filhos cada vez mais da luz divina, levando-os para um domínio infernal. Muitas das almas que perderam seus corpos físicos no Dilúvio, foram encaminhadas para novos projetos kármicos, seja na fase posterior da própria Terra, seja para outros orbes planetários mais primitivos ainda. Salvou-se deste cataclismo apenas uma parte da humanidade, justamente aquela que buscou as “Naves de Noé”, ou seja, as “Bases de Preservação” em altas montanhas, por terem escutado e acreditado nos instrutores espirituais mais elevados.

2º) Período pós-diluviano – Este é um ponto já relativamente mais conhecido da nossa história, ou seja, o inicio propriamente dito da nossa atual civilização. Em virtude das citadas “Bases de Preservação” e após um período reorganizacional dos sobreviventes do Dilúvio, os povos antigos, em sua maioria, permaneceram e/ou retornaram às mesmas regiões que antes viviam, dando continuidade às suas culturas, na distribuição que se segue: (1) Raça Branca – Europa e Ásia; (2) Raça Negra – África; (3) Raça Amarela – Oriente Asiático; (4) Raça Vermelha – Américas. Viviam esses povos isolados entre si, separados por grandes distancias de terra e mar, até que, desta vez, seres mais evoluídos vieram auxiliar a humanidade. Foi quando começaram a ocorrer as grandes navegações, comércios ultramares, ou por terra através de grandes caravanas, havendo assim uma troca na cultura entre povos e, consequentemente, propiciando maiores desenvolvimentos científicos e tecnológicos.

Falei por último de seres evoluídos que vieram nos auxiliar em diversas áreas de desenvolvimento. Vamos, pois, citar alguns deles: Jesus Cristo – há pouco mais de dois mil anos, Galileu, Isaac Newton, Einstein, Bhuda, Confúcio, Pitágoras, Lutero, Ghandi, e tantos outros…

A evolução científica e tecnológica que o planeta atingiu nessa fase, é indiscutível, bem como os grandes ensinamentos espirituais que nos chegaram por esses verdadeiros Mestres da Sabedoria Cósmica.

Entretanto, assim como ocorreram grandes evoluções em todas as áreas materiais por nós conhecidas, também a involução fez-se presente, de uma forma deprimente, no que tange à espiritualidade da humanidade, situações estas desenvolvidas pelo “sistema infernal” aqui implantado. Volto a repetir que a intenção dos Planos Maiores de se trazer essas almas densas ao plano Terra, foi das melhores, já que visavam resgates kármicos desses seres, com fins de sua evolução anímica. Mas, infelizmente, além de uma grande maioria não ter tido esse alcance, ainda conseguiu mais e mais adeptos, causando um imenso desequilíbrio nos mais variados sentidos, em nosso planeta.

Grandes impérios foram construídos com seus auges e quedas; grandes descobertas científicas e tecnológicas com benefícios e também perigos imensos; dogmas religiosos dos mais variados e que se voltaram para o controle e submissão social; poderios econômicos e governamentais que ficaram no domínio de poucos; cidades maravilhosas e outras verdadeiras selvas de pedra; homens pisando na lua com pretensas conquistas do espaço; vírus criados em laboratórios colocando em risco a humanidade; subjugo dos menos favorecidos; tráficos de variadas espécies causando a deterioração da raça humana (drogas, armas, medicamentos, etc.); conflitos, corrupções, assassinatos, guerras, fome, lixos cósmicos e terrestres, imensos buracos na camada de ozônio causados por ações humanas, destruição da natureza, etc. – E agora, cá estamos nós dentro de um perigoso processo de Aquecimento Global… Seria esta mais uma estratégia dévica para por fim a tanta perversidade, tanta impureza na face da Terra? Estarão histórias do passado terrestre se repetindo? Pois apenas uma pequena parte da população mundial conseguiu um verdadeiro despertar da consciência cósmica…

“Cegos dirigindo cegos. Trevas dirigindo trevas. A ignorância conduzindo a ignorância”. (Pg. 113 do mesmo livro).

Esta é a nossa situação atual…

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 01 de Junho de 2008

Hipátia III

segredosdoplanetaterra — 31/05/2008, 06:00

17ª Parte – Os Maias

 
 
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Onde hoje estão as florestas tropicais da Guatemala, houve em certa época uma grande civilização: OS MAIAS.

Como escrevi no capítulo 15º deste blog, darei aqui uma pincelada do que foi esse povo magnífico. E para tal, mais uma vez usarei as palavras do Prof. Laércio Fonseca, transcritas em seu livro incrível livro “Projeto Terra”.

“Os Maias foram povos extremamente evoluídos para seu tempo. Eles edificaram uma civilização com conhecimentos profundos de astronomia, arquitetura, matemática, agronomia, etc. Seu calendário contém informações de grandes catástrofes ocorridas no passado e previsões proféticas para o nosso tempo. Construíram grandes pirâmides e cidades, exibindo arquitetura evoluída e, inclusive, o privilégio de ter água encanada em suas casas.

Em sua cultura mística, relatam grandes contatos com os deuses que dirigiam e orientavam suas vidas. Contam eles que receberam várias sementes de cereais para cultivar, direto das mãos dos deuses. O milho é um cereal citado nas escrituras Maias como um presente dos deuses.

Os deuses andavam abertamente com os sacerdotes Maias e eram vistos como estrangeiros pela população. Isto nos mostra a clara interferência de povos mais avançados na cultura Maia, o que nos faz crer que nossos irmãos intraterrenos os auxiliaram muito.

(…) Os Maias e todos os povos das Américas recebiam uma certa ajuda de nossos irmãos maiores, fosse dos extraterrestres ou dos intraterrenos, ainda em experiências físicas. Tinham o cuidado de não interferirem de maneira mais brutal, mas sim de dar pequenas diretrizes e ajuda em momentos de grandes dificuldades (…).

Os povos Maias sumiram da face da Terra sem deixar vestígios. Isso tem intrigado os pesquisadores do mundo todo. Um povo inteiro desapareceu da face da Terra e não há sinais de catástrofes, ou epidemias que teriam dizimado todos de uma só vez. Não há sinais de guerras com outros povos, não há túmulos suficientes que determine que todos morreram e foram enterrados. Não há rastros culturais em caso de imigração para outras regiões do planeta.

Segundo suas próprias lendas e inscrições, encontradas em escavações, eles relatam que subiram às estrelas e foram morar com seus deuses”. (Pgs. 88, 89, 90).

Tudo indica, portanto, que eles transmigraram para outros orbes, sejam estes intras ou extraterrestres, na companhia de tais “deuses”… E se assim aconteceu, foi porque tiveram merecimento, atingindo um nível espiritual compatível com tais seres, bem como com suas regiões de moradias, as quais deviam ser harmônicas com o Projeto Terra…

Aproveito para expor aqui, também, alguns indícios de outras grandes civilizações, possivelmente fazendo parte já de nossa era, porém anterior à nossa fase atual, e que também desapareceram: as Planícies de Nasca (Peru), as Construções Incas (Porta do Sol), a Pirâmide de Quéops (Egito), as Pedras de Ica (Peru), e tantas outras obras monumentais que indicam a influência de seres mais adiantados em suas culturas.

 

Uma outra versão do desaparecimento dos Maias:

 

Alguns historiadores falam que o povo foi dizimado pela invasão espanhola, outros dizem que em virtude desta invasão, os Maias fugiram para várias regiões, perdendo, por conseguinte, o vínculo civilizatório. Ora, um extermínio em massa deixa marcas passíveis de serem descobertas. Fugas isoladas não dão fim a uma civilização inteira. Portanto, a meu ver, estas premissas são simplesmente “histórias de historiadores, cada qual querendo contar a sua história”…

Mas, em 2005, Tom Sever, cientista e único arqueólogo do Centro Espacial Marshall, da NASA, usando de imagens de satélites, apresentou um estudo sobre a civilização Maia. Combinando esses dados com as descobertas da arqueologia tradicional, Sever e outros cientistas levantaram algumas premissas do que teria causado a queda desta civilização: a devastação da floresta da região teria causado erosões, drenando assim o solo fértil. Com isso, a temperatura local poderia ter aumentado até em 6º (de acordo com simulações feitas em computador pelo climatologista Bob Oglesby, colega de Sever na NASA). Com esse nível de temperatura, o solo tornou-se inadequado para o plantio. A mesma temperatura pode ter alterado os padrões de chuva, afirma Oglesby. Sendo que os Maias dependiam das águas das chuvas, armazenadas em reservatórios, para poderem sobreviver. Esses mesmos pesquisadores descobriram através de estudos de arqueologia, que as últimas ossadas humanas encontradas, já no declínio da civilização, apresentavam indícios de desnutrição, motivo pelo qual Sever acredita que a verdadeira causa do desaparecimento dessa civilização foi a falta de comida e água, devido a uma combinação de seca natural e devastação florestal feita pelo homem.          (www.apolo11.com/ruinas_maias.php).

 

Será? E onde se encontram os corpos de toda essa civilização? Se o número de túmulos é extremamente inferior ao número de pessoas existentes, conforme os registros dos próprios Maias? Além do que, tantos foram seus escritos, sobre ciências, artes, astrologia, crenças, etc… Profetizaram até mudanças radicais desta nossa civilização como um todo, até o ano de 2012… E por que, então nada foi registrado dos problemas pelos quais passavam?

Particularmente, eu vejo mais uma vez a ciência buscando causas onde não existem, já que os Maias possuíam um sistema de irrigação invejável, bem como capacidade suficiente (e até ajuda dos irmãos de outros orbes) para solucionar tais problemas… À não ser que as condições se tornaram irreversíveis, conforme parece que a situação da Terra se encontra neste momento… Mas, agora, é toda a Terra e não apenas uma região! Portanto, eles teriam se mudado para uma outra região menos castigada climaticamente, teriam construído novas cidades, teriam deixado seus marcos, quem sabe existiriam até hoje?

Como disse Einstein, “a ciência só evoluirá quando o homem acreditar na religiosidade cósmica”. E eu digo (sem querer me comparar a Einstein… rsss…) que enquanto a ciência se concentrar somente nos dados da matéria física, não chegará a canto nenhum, se as verdadeiras causas forem espirituais.

 

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 31 de Maio de 2008

Hipátia III

 
segredosdoplanetaterra — 30/05/2008, 06:10

16ª Parte – Mundos Intraterrenos Hoje…

 
 
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Nesta parte dos “Segredos do Planeta Terra”, transporei integralmente o capítulo do Livro “Projeto Terra”, do Prof. Laércio Fonseca, não só pela sua importância, pela chamada à consciência, mas também pela mensagem esperançosa que ele nos passa.

“Atualmente temos vários centros intraterrenos espalhados pelo planeta: América do Sul, Regiões Polares, Regiões Tibetanas, etc.

Esses centros de vida subterrânea são imensos bolsões construídos tecnologicamente por forças superiores. Dessa maneira, conseguem manter um ecossistema natural com luz, ar, riachos, plantas, alguns animais especiais, etc. Prédios suntuosos e belos. Uma harmonia arquitetônica de causar inveja. Operam hoje nessas bases, seres de elevada índole espiritual que evoluíram na Terra e conquistaram a liberdade cósmica. Porém, através de seus desejos próprios, decidiram cumprir missões nessas bases, com o intuito de ajudar a humanidade Terra em seu progresso, bem como a sociedade do terceiro milênio. Muitas almas juraram permanecer neste orbe, até o final dos tempos e não partiriam para mundos superiores enquanto não vissem todas as almas desse orbe engajadas numa sociedade superior no terceiro milênio. Dessa maneira, essas bases intraterrenas são centros de preservação de uma sociedade que já evoluiu na Terra e deixou todo o seu legado para nós.

Hoje, essas bases servem como centro de operações no nível físico, para ações interplanetárias de nossos irmãos extraterrestres que, em concordância com os planos maiores, vêm nos auxiliar na transição e implantação da sociedade do terceiro milênio. Atualmente, muitos humanos de nossa sociedade são levados para esses centros e treinados para várias operações. Essas operações podem ser feitas com o corpo físico ou somente no astral. Através de projeções astrais noturnas, muitos homens são levados a esses locais e treinados espiritualmente para servirem de instrutores para esse momento aquariano de profundas transformações para a nossa atual civilização.

A alta tecnologia operada por esses irmãos, dão a eles a capacidade de se camuflarem de tal forma, que a nossa atual ciência nem desconfia de sua existência. Somente através da consciência espiritual é que as portas dessas cidades e bases intraterrestres são abertas aos seres da superfície. Operam grandes naves aéreas que podem até ser confundidas com naves extraterrestres, pois a maioria são parecidas com as naves dos irmãos interplanetários. É comum operarem nessas naves homens da sociedade intraterrena, junto com seres extraterrestres, em comum missão para a sociedade de superfície.

É importante que todo ser humano compreenda que não estamos sós nessa escalada terrestre e que forças superiores trabalham dia e noite para o nosso crescimento espiritual.

Muitos poderão pensar que é muito difícil de acreditar nessas coisas;  como pode existir uma sociedade tão avançada, convivendo atualmente em nosso planeta? Por que não entramos em contato com elas? Essas questões todas podem ser esclarecidas somente através do coração. Somente através do despertar da consciência espiritual maior é que o homem poderá entrar em contato com a verdade superior da vida planetária dessa civilização. Unicamente quando o homem acordar para o espírito, ele poderá compreender a verdadeira natureza espiritual e cósmica da alma. As portas das cidades intraterrenas sempre estiveram abertas para aqueles que possuem dentro de si o gérmen da vida e do amor universal. O amor é a chave que abre as portas de todos os lugares, de todas as bases intraterrenas e de toda verdade superior". (Pgs. 82, 83, 84 do livro citado).

Obs: Os negritos foram colocados por mim.

 

Localização de Bases e Cidades Intraterrenas:

 

- Tibete, Regiões Polares, América do Sul, abaixo do nível dos mares.

Esses locais serão revelados ao mundo, com maior exatidão, no momento certo e especial para a humanidade. Ainda isso não aconteceu, pois as pessoas, de um modo geral, não estão preparadas espiritualmente para tais contatos.

Obs: Falamos aqui de bases intraterrenas com seres evoluídos que ficaram para nos auxiliar, principalmente nos momentos mais difíceis pelos quais iremos ter de passar. Mas, isto não exclui outros bolsões intraterrenos que abrigam seres densos, assunto este que veremos posteriormente neste blog. 

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 30 de Maio de 2008

Hipátia III

segredosdoplanetaterra — 29/05/2008, 05:43

15ª Parte – Antes de Nós - Um Projeto de Luz reinou sobre a Terra!

 
 
 
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Durante dezenas de anos ocorreu a fase de reestruturação e higienização do Planeta, tendo o Comando Asthar, delineado novas bases ao Projeto Terra.

“Essas bases (de preservação) consistiram em dar continuidade à civilização da Atlântida, reunindo os sobreviventes e preservando sua ciência e tecnologia conquistadas até então pelo povo atlante. Encarnariam, nesse (novo) projeto, as almas que estavam em grande ascendência e que não tiveram condições ambientais para seu desenvolvimento espiritual. Assim, esse projeto estaria destinado a essas classes especiais de almas atlantianas, que continuariam sua jornada no orbe terrestre. No plano astral da Terra, grandes conclaves foram organizados com milhões de almas desencarnadas na grande transição da Atlântida, para que pudessem ser organizadas as transmigrações estelares para outros orbes e reunir as almas que ficariam para reencarnar novamente na Terra, sob novas condições para a civilização de superfície”. (Livro “O Projeto Terra” – Prof. Laércio Fonseca – pgs. 77 e 78).

Entretanto, este era um projeto por tempo relativamente curto e de certa forma pré-definido, cuja intenção era a de resgatar resíduos kármicos da civilização anterior, através de novas experiências físicas planetárias. Tão logo isso aconteceu, essas almas transmigraram para outros orbes superiores mais elevados, e/ou ficaram aqui mesmo na Terra, só que em outros processos dimensionais.

A ascensão desta civilização foi deveras acentuada a nível espiritual, levando os seres humanos a uma grande integração entre os planos físico e astral superior.

“O homem passou a viver pela lei maior dos planos elevados, e não mais pelas suas próprias leis. Dessa forma, as almas transcendiam muito mais rápido por possuírem um centro e um objetivo real em suas consciências”. (pg 79 do mesmo livro).

O ponto mais elevado dessa civilização se deu com o alcance, pelo homem, de um intercâmbio físico com o estelar, nos mais altos níveis de consciência e tecnologia.

“A partir desse momento, o homem libertou-se de sua prisão planetária e pode subir às estrelas e reconhecer sua natureza espiritual e transcendental. Agora, o homem não estava mais solitário dentro desse corpo kármico, mas sim acompanhado pelas forças estelares que já operavam no cosmo há milhões de anos. O Planeta Terra estava liberto e caminhava junto com os povos das estrelas. Sem dúvida, isso fez a humanidade dar um salto inimaginável em progresso e espiritualização”. (Pg. 79 do mesmo livro).

Alguns milhares de anos marcaram essa sociedade, com pleno êxito do projeto proposto pelo Novo Comando Planetário da Luz que, tendo seu papel cumprido, resolveu pelo término do projeto, passando estas almas para uma próxima etapa evolutiva superior.

“Não havia mais necessidade dessa humanidade tão avançada continuar habitando planos materiais densos como o da superfície terrestre. Assim, lentamente, iniciou-se uma peregrinação ao plano astral Terra, pois os humanos da superfície podiam facilmente abandonar seus corpos físicos para operarem no mundo astral. Com todo esse grau de liberdade e consciência, as almas já não possuíam mais necessidade de habitarem planos densos da matéria, e a ascensão aos planos superiores deveria ocorrer sem mais demora”.  (Pg. 80 do mesmo livro).

Iniciou-se, então, na superfície da Terra, mudanças significativas, porém sem desastres e nem cataclismos. Tudo foi muito harmônico, sem sacrifícios e nem sofrimentos, onde todos os seres mostravam-se felizes pelo cumprimento de seus resgates kármicos na superfície do planeta.

Entretanto, toda sabedoria, tecnologia e ciência adquiridos neste tempo, deveriam ser preservadas, pelo que os Mentores do Projeto decidiram pela construção de imensas “Bases Subterrâneas” (Intraterrenas) em várias partes do Planeta, com fins de salvaguardar tais conhecimentos.

Mas, grande parte das belíssimas construções feitas na superfície terrestre, foram destruídas por poderosas frotas estelares, sem prejuízo da flora e da fauna existentes, em virtude de que estas cidades atrapalhariam na experiência de uma nova civilização – de um próximo projeto a ser instalado na superfície – já que esta nova civilização não estaria pronta para fazer uso de tais sabedorias. Adivinhem quem são? Nós, é claro! Se não estamos prontos após milhões de anos decorridos, imaginem no início…

“Assim foi criada uma sociedade de interfase, e a criação de MUNDOS INTRATERRENOS. Essa sociedade intraterrena foi, e ainda é, palco para algumas experiências de interfase de nossa atual civilização para uma outra emergente que desponta no horizonte (neste terceiro milênio). Essa sociedade foi utilizada para receber almas ascensionadas no Novo Projeto Terra, que passariam a viver em uma sociedade muito mais harmônica e progressista, preparando assim sua partida definitiva para os orbes superiores do mundo espiritual. Estariam também auxiliando e ajudando muitas almas encarnadas na superfície, mediante a utilização de alta tecnologia e operando de forma muito sutil como guardiões da humanidade Terra”. (Pgs. 81 e 82 do mesmo livro).

Um exemplo de civilização transmigrada nesses moldes foram os Maias, embora já na nossa era atual, os quais nos legaram grande parte de seus conhecimentos. E por este motivo, daremos a eles um capítulo especial neste blog, embora de forma bem sintetizada.

E pela grande importância dos povos intraterrenos aqui mencionados, vejo por bem falarmos um pouco mais sobre eles na próxima parte que se segue.

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 29 de Maio de 2008

Hipátia III

segredosdoplanetaterra — 28/05/2008, 16:37

14ª Parte – Sobre Arcas de Noé…

 
 
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Um ponto importante a ser destacado neste blog, é sobre ARCAS DE NOÉ, assunto este que iremos explorar mais, nos futuros artigos. Entretanto, como estamos terminando esta fase da Terra, referente às civilizações de eras anteriores do Planeta, vamos neste momento nos referir à fase final de Atlântida, onde “bases de preservação” (Arcas de Noé) foram realizadas pelos sábios do conhecimento da época.

A Bíblia cita que Noé foi avisado por Deus da situação que a Terra iria ter de passar, referente ao Dilúvio, pelo que ele construiu uma grande “arca”, colocando nela pessoas, aves e animais de todas as espécies, a fim de que a vida nas suas múltiplas formas de existência, fossem “preservadas” mediante a catástrofe prevista.

Sabemos, entretanto, que esse Livro Sagrado se manifesta através de parábolas, onde as interpretações se fazem de acordo com a forma de pensar de cada um e dos vários segmentos religiosos que o seguem.

Nós, esotéricos, acreditamos que a “Arca de Noé” está diretamente relacionada à “Bases de Preservação” construídas em lugares presumivelmente considerados seguros, com fins de continuidade das civilizações existentes em épocas específicas da Terra, sejam essas “preservações” em formas de vidas, bem como por documentos comprobatórios da história, ciência, tecnologia, etc., e que descrevem o desenvolvimento da civilização como um todo.

Assim sendo, homens sábios do conhecimento, como por exemplo cientistas e espiritualistas, já no final da segunda etapa de Atlântida, iniciaram a construção de tais “bases de preservação”, com os fins acima descritos.

“Em várias partes do globo terrestre foram construídas essas verdadeiras Arcas de Noé, reunindo o maior numero de pessoas e equipamentos possíveis, com o intuito da sobrevivência. (…) Nem todas as bases puderam ser concluídas a tempo, pois a iniciativa real e concreta para suas construções só foi possível quando o caos já estava instalado. Só a partir desse ponto é que a maioria começou a crer realmente nos videntes e espiritualistas da época. As atividades geológicas se intensificaram muito rapidamente e a sociedade estava às voltas com guerras e distúrbios sociais. Não havia recursos ou tempo para a construção dessas bases. Dessa maneira, tudo teve que ser feito, na maioria delas, de improviso. Porém, houve algumas que puderam ser construídas com grande capacidade técnica e sua infra-estrutura era de causar inveja. Isso porque alguns acreditaram antecipadamente nas previsões e tudo pôde ser feito em uma época em que os recursos não eram tão escassos”. (Livro Projeto Terra, Prof. Laércio Fonseca, pg 74 e 75).

Neste ponto, faço um pequeno parêntesis, para comparar com a nossa atual situação. Estamos no meio de novo caos (tornados, tormentas, tsunamis, terremotos, quebras de bolsas de valor, o dinheiro desaparecendo, inúmeros desempregos, fome, guerras, etc.). Tantas são as mensagens místicas, espiritualistas, esotéricas sobre isso, mas a grande maioria das pessoas não acredita! Acham que é coisa de doido, é viagem de esotérico, e continuam seus dias “construindo seus castelos na areia”. Até mesmo nós, esotéricos, que acreditamos que tais fatos já estão acontecendo e vão acontecer muito mais, uma minoria trabalha no sentido das “bases de preservação”. Muitos realmente “viajam” achando que só porque acreditam, vão ser “resgatados” por uma nave que, no momento exato, vão retirá-los com seus lindos corpos e ainda vão fazer uma incrível viagem de Disco Voador… rsss… É bom que todos despertem para uma outra realidade, pois no máximo o que pode ocorrer é que sua alma seja resgatada, isso se não se preparar a nível das “Arcas de Noé”! Outra coisa que quero aqui salientar: os tempos que virão serão muito, mas muito difíceis! Os que conseguirem sobreviver, não pensem que tudo serão flores logo de início, que não serão! Mesmo que estejam nas Bases de Preservação! Pois a fome, pestes, o próprio clima, serão condições devastadoras por toda parte do mundo! Quem viver, verá! E serão justamente os que estiverem nessas Bases, é que irão socorrer os sobreviventes espalhados pelo planeta! Pois caso contrário, o trabalho terá sido em vão, se não existir essa solidariedade, baseada na Lei do Amor Incondicional! Pensem nisso e se preparem internamente para enfrentarem com equilíbrio, lucidez e amor o externo que em breve nos será apresentado!

Outrossim, voltando a Atlântida, quando esse grande continente desapareceu de vez, e com ele milhões de seres humanos, até mesmo algumas Bases de Preservação foram destruídas, pois haviam calculado mal suas posições estratégicas.

“Ao findar o grande ciclo Atlante, a Terra estava pronta para grandes mudanças em seu próprio projeto de superfície, e junto a isso ocorreriam grandes transformações nos níveis espirituais nas dimensões superiores.” (Pg. 76 do mesmo Livro).

Neste ponto, uma troca de Comando Planetário fez-se presente, sendo que, a partir de então, o Comando Asthar passou a atuar na próxima etapa da Terra, que foi uma Era de Luz, porém por um período relativamente curto.

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 28 de Maio de 2008

Hipátia III

 

segredosdoplanetaterra — 27/05/2008, 07:32

Uma informação Técnica…

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AMIGOS LEITORES!

 

Aqui vai uma explicação para facilitar a leitura do blog, junto àqueles que ainda não leram os primeiros artigos e que já se encontram ocultos (pois a sequência dos mesmos é muito importante para que entendamos todo o processo da Terra!). 

Por exemplo: se não leu o 1º artigo (ou até mesmo deseja ler novamente), escreva no BUSCA (no alto e à direita da página) = 1ª Parte = Vai abrir parcialmente o artigo = dê um clic sobre o nome do mesmo = abrirá o artigo todo. Bem simples, não é?

Achei por bem colocar essa explicação, pois nem todos possuem pleno domínio de internet, bem como conhecimento destes procedimentos específicos. Eu, por exemplo, ainda me perco em muito neste maravilhoso universo da informática… rsss…

Paz!

Hipátia 

 

segredosdoplanetaterra — , 06:54

13ª Parte – Um pouco sobre Capela…

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Embora tenhamos mencionado em “Os Filhos de Belial” como seres expurgados de Sirius e Capela, é bom nos atermos aqui com algumas explicações. Tanto os sirianos como os capelinos são povos de alta tecnologia científica, algo inimaginável aos olhos terrestres, isso até os nossos dias. Sendo que Sirius teria desenvolvido, paralelamente, alta espiritualidade, o que não aconteceu com Capela. Mas, os expurgos mencionados referem-se a almas degeneradas nos dois orbes, onde a falta de moral, escrúpulos e maldade de determinados seres, ultrapassaram os limites permissíveis e de bom-senso de ambos os sistemas mencionados. Muitas dessas almas, até a data atual, ainda fazem parte do “sistema infernal” que em nosso Planeta foi instalado desde seus primórdios.

 

Transmigrações estelares do Sistema Capelino:

 

Como mencionei na 10ª parte deste blog, a transmigração de almas do sistema capelino para o Planeta Terra teve grande influencia no mesmo, motivo pelo qual vou me ater um pouco em tal processo.

Capela – da Constelação de Cocheiro – possuía uma civilização extremamente avançada técnica e cientificamente. Entretanto, pela sua falta de evolução espiritual, servia de palco de conflitos em virtude das variações de almas em estados de consciência diferenciados.

Foi então que “o Planeta Terra foi escolhido pelos mentores planetários do sistema capelino para receber uma leva de espíritos desse orbe, para que aqui prosseguissem suas experiências cósmicas, até conseguirem um estado maior de consciência para o eventual retorno à sua estrela de origem”. (Livro “Projeto Terra” – Prof. Laércio Fonseca – pg. 54).

Esta era uma nova fase do Projeto Terra, onde tudo foi devidamente preparado pelos Mentores, para que essas almas encarnassem na superfície planetária.

“Os projetos são profundamente elaborados com o intuito de dar às almas exatamente o que elas necessitam para o progresso de suas consciências e para um maior aproveitamento das experiências planetárias. Tudo é feito de comum acordo entre os mentores de ordem superior e os comandos das hordas planetárias, ou seja, em comum acordo com todas as almas que farão parte desse projeto. Tudo é amplamente discutido no espaço em conclaves imensos, sendo decidido pelas próprias almas aceitar ou não o projeto proposto pelos mentores galácticos a serviço do Plano Maior da Criação”. (pg. 55 do mesmo livro).

Após todas as providencias necessárias terem sido tomadas, essas almas, lentamente, foram encarnando no Planeta Terra, em diversas regiões, tais como Planalto do Pamir (Ásia – região dos Himalaia - considerado o “teto do mundo” pela sua elevada altitude de cerca de quatro mil metros), Centro Norte da Ásia, Lemúria e Atlântida.

“A primeira raça a ser escolhida para receber as primeiras encarnações foi a Chinesa, pois possuía uma sociedade já bastante organizada e tipos físicos bem homogêneos e biologicamente os melhores de então”. (pg. 56 do mesmo livro).

 

Capelinos e a Civilização Tolteca (Atlântida):

 

“Com o passar dos milênios, houve o aperfeiçoamento moral e espiritual dos capelinos existentes e também aconteceram encarnações em massa de capelinos de alta sabedoria. Assim, em pouco tempo, o cenário da civilização foi mudando e, com a autorização do Alto, os capelinos tiveram um pouco de abertura e começaram a construir uma grande ciência e uma bela tecnologia. No final do ciclo Tolteca, possuíam uma ciência elevadíssima, até mesmo mais avançada do que nosso mundo atual. No auge dessa civilização não havia pobreza e tudo era muito bem organizado. Não haviam leis escritas, nem prisões. Eram calmos, bondosos, alto intelecto e índole bem controlada. O império espalhou-se por todo o mundo: Egito, Peru, Índia, pelas Américas, etc. a melhor estrutura de vida ocorreu no Peru, com um governo muito bem equilibrado, sem guerras ou rivalidades. Todo cidadão tinha trabalho, educação e assistência médica. Era ponto de honra para o imperador ver o povo feliz, satisfeito e em constante progresso. (…) Os grandes gênios científicos e organizadores da sociedade como um todo, geralmente eram os capelinos de alta estirpe, que usavam sua inteligência com muita sabedoria, sem oprimir e nem maltratar os menos favorecidos da sociedade. Havia muita devoção e respeito da peble para com seus dirigentes, que os tratavam com muito respeito e harmonia, levando a eles tranqüilidade e instrução adequada. Sem dúvida nenhuma, foi um modelo de sociedade que todos nós sonhamos hoje para a nossa civilização”. (pgs 59 e 60 do mesmo livro).

 

Uma visão cósmica do entendimento da decadência desta sociedade:

 

Como os capelinos se encontravam na Terra para desenvolverem sua espiritualidade e desta forma cumprirem seus resgates kármicos, assim que isto foi acontecendo, os grandes chefes e cientistas evoluídos (que eram a base da civilização Tolteca), iniciaram seu retorno à Capela, ocorrendo com isto a decadência do sistema implantado.

“A liderança e os postos políticos começaram a cair em mãos de capelinos mais primitivos e com índoles mais rudes e certamente descomprometidos com as leis divinas.” (aqueles mencionados anteriormente como expurgados de Capela). “Passaram a dirigir mal o povo e a instalar rivalidades entre as nações e governos, travando lutas pelo poder local. Nesse meio tempo, começaram a desenvolver exércitos poderosos que constantemente entravam em choques terríveis. A alta ciência e tecnologia existentes deram aos atlantes a capacidade de construírem armas poderosas e máquinas de guerra infernais. Raios mortais, armas químicas, naves voadoras de grande capacidade de ataque. Até mesmo armas nucleares já enchiam os arsenais”. (pgs 60 e 61 do mesmo livro).

Nestas alturas, com a queda espiritual deste povo, os mentores do Projeto Terra decidiram por um fim nesta etapa do “projeto”, terminando com essa civilização, para dar lugar a outra numa fase posterior, uma ERA DE LUZ!

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 27 de Maio de 2008

Hipátia III

 

segredosdoplanetaterra — 26/05/2008, 19:38

12ª Parte - Descrição geral de Atlântida nos dois períodos…

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Falar de Atlântida é lembrar da Grécia antiga e, consequentemente, de Platão, já que as primeiras evidências históricas dessa civilização foram encontradas em seus escritos, nos quais transcreveu os conhecimentos empíricos repassados por Sólon. Este adquiriu tais conhecimentos através de contatos diretos com sacerdotes egípcios.

 

Os primeiros Atlantes, inicialmente, era um povo sábio e espiritualizado, dando valor ao caráter das pessoas e não pelos bens que possuíam. Viviam em plena harmonia com a natureza mas sabendo, entretanto, manter um equilíbrio prático com o lado material da vida. Desenvolveram poderes mentais que lhes conferiam dominar o próprio corpo, chegando a transformá-los em estados etéreos com facilidade. Até que as competições começaram a aparecer, guerras, decadência moral e espiritual, levando ao seu auto e quase total extermínio pela catástrofe anteriormente citada.

 

Na segunda fase, após o primeiro momento espiritualizado, mesclado com a antiga sabedoria tecnológica e científica, dois grandes poderes se fizeram presentes, subdividindo a Atlântida em duas principais ideologias: a de Poseida – onde imperava “A Lei da Unidade”, sob a influência de seres iluminados das Plêiades, Arcturus, Sírius e Aldebarã. E a de Aryan – “Os Filhos de Belial”- almas expurgadas de Sirius e Capela. (A título de explicação, observe-se que na Bíblia, Belial é conhecido como um “príncipe das trevas”).

 

Portanto, em Poseida se cultivava a Sabedoria e a Espiritualidade, abrigando templos como o da Cura, do Som, da Regeneração e do Conhecimento. Eram altamente envolvidos com a cultura, artes e educação, além do que acreditavam e buscavam a igualdade entre as pessoas e a unificação com o Uno (Deus). Dominantes do conhecimento e poder da ciência dos cristais mantinham uma administração superior de grandes tecnologias neste particular, envolvendo inclusive, túneis interdimensionais dos mais complexos, sabedoria esta exclusiva de sacerdotes e sacerdotisas de uma seita sagrada denominada Atla-Ra. Tais cristais eram igualmente trabalhados como potencializadores energéticos e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas. Os membros desta seita, pelo seu poder mental, possuíam o domínio da longevidade.

 

Já em Aryan (Arianos /origem reptiliana), a qual possuía uma população bem maior que Poseida, (e que, segundo consta, seus líderes eram almas por nós conhecidas como Hitler e Himmler) os tecnocratas só se interessavam em bens materiais, e as religiões tomaram rumos pervertidos e contrários às Leis do Criador, onde sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano. A mulher, por sua vez, tornou-se objeto de prazer, enquanto esta parcela do povo atlante transformava-se numa civilização guerreira, pois os mais poderosos, para alcançarem proveitos próprios, incentivavam e/ou provocavam guerras entre as castas inferiores, gerando constantes conflitos, desacordos e disputas pelo poder.

Interessante notar que da mesma forma que a Alemanha Nazista de nosso tempo desenvolveu engenharias genéticas em prol da “raça pura”, também em Aryan o mesmo tipo de engenharia foi usada, criando uma raça de trabalhadores-escravos híbridos (homem e animais) – verdadeiras “bestas-feras” - o que era totalmente censurado pelo povo de Poseida. Estes, por sua vez, começaram a sofrer, ataques destes mutantes híbridos e de animais ferozes (pois os arianos queriam se apoderar da ciência dos cristais, a qual era de domínio de Poseida), o que fizeram aumentar os conhecimentos pelos poseidons, em armas e altas tecnologias, abandonando, por conseguinte, o apego aos valores espirituais, tornando-se mais materialistas em detrimento dos processos psíquicos e da alma. Com isso, foram perdendo capacidades tais como a clarividência, habilidades intuitivas, etc., por falta de uso e treinamento. Com o tempo, os poucos que resistiram a tais mudanças, foram taxados de loucos ou doentes.

 

A guerra deflagrada entre os dois poderes, fazendo uso de altas tecnologias (inclusive a dos cristais), enfraqueceram a camada de ozônio da Terra e o resto vocês já sabem, pois foi descrito no capítulo anterior…

 

Com o desaparecimento de Atlântida, a Terra passou a ter as configurações geográficas que tem hoje, com poucas modificações.

 

Se formos pensar bem, parece que em nossos dias,

essa história remota de Atlântida se repete em todas

as áreas de nossa sociedade… Meditem sobre isso!

 

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 26 de Maio de 2008

Hipátia III

segredosdoplanetaterra — 23/05/2008, 21:41

11ª Parte – Sobre Atlântida propriamente dita…

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Segundo a Doutrina Secreta - que fundamenta a ciência teosófica (tradição tibetano-indiana) - a Atlântida se estendia da atual Groenlândia até a metade da América do Sul. Outros historiadores já delimitam de forma diferenciada, descrevendo a Atlântida como um extenso continente existente no Oceano Atlântico Norte, na altura da Península da Flórida e o Estreito de Gibraltar.

Segundo consta, a Atlântida após a época dos lemurianos (citada anteriormente), divide-se em duas etapas distintas, onde, em cada uma delas, verificou-se um começo, meio e fim, um fenecer e um renascer retumbantes…

  

1ª – Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C. - iniciada logo após a 3ª glaciação que ocorreu posteriormente ao afundamento de Lemúria. O início desta nova civilização foi bem parecido com as ocorrências do Reino de Mu. Era como se houvesse um retrocesso no tempo, onde se voltou, por milhares de anos, a trabalhar com a natureza. Mas, à medida que os avanços tecnológicos e científicos foram acontecendo, a humanidade se tornou cada vez mais agressiva, materialista e, por conseguinte, com uma decadência espiritual sem precedentes…  No final desta época, muitos terremotos e vulcões em erupção tornaram-se ocorrências constantes, até que uma grande catástrofe se abateu sobre a Terra, em torno de 28.000 a.C., causando a submersão de grande parte do continente atlante. Alguns historiadores acreditam que mudanças do eixo da Terra causaram tais ocorrências. De acordo com esotéricos, foi uma intervenção direta e controlada dos Comandos Planetários da Terra, tendo em vista a degradação espiritual em que esta civilização se encontrava.

2ª - Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C. - Remanescentes da grande catástrofe que causou o fim da 1ª etapa de Atlântida, fugiram para as Antilhas, Yucatã e América do Sul. Os atlantes deram continuidade ao seu desenvolvimento, dentro do que restou do velho continente. Recomeçaram recriando cidades destruídas e/ou desaparecidas mas, inicialmente, tentando corrigir os erros do passado. Intuitivamente, unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social. Entretanto, logo a moral começou a ruir rapidamente e os interesses materialistas passaram novamente a prevalecer, sendo a civilização atlante dividida em espécie de quatro territórios distintos, ocasionando o aparecimento de conflitos e guerras pelo domínio de terras e de poder. A duração desta 2ª etapa de Atlântida foi bem menor que a anterior, pois veio a seguir o desaparecimento de quase toda a civilização, provavelmente em virtude de altas tecnologias desenvolvidas e voltadas tão somente ao materialismo, o que causou o rompimento quase que total da camada de ozônio do planeta. A intensa irradiação solar provocou uma verdadeira reviravolta nos oceanos, onde ondas imensas invadiram grandes áreas habitadas, além da queima direta de animais e vegetais, causando quase que o total desaparecimento de todo sistema de vida na superfície terrestre, inclusive do homem.

Importante se faz observar que ambas as ocorrências catástróficas descritas acima sobre  Atlântida, nada tem a ver com o Cinturão de Fótons de Alcyon. Pois a última manifestação do mesmo, até então, foi no afundamento de Lemúria. O que realmente ocorreu com Atlântida foi a interferência do Comando Planetário da Terra, com a ajuda do Reino Dévico, em virtude dos absurdos criados pelos homens de ciência e tecnologia, bem como daqueles que mantinham o poder, e outros mais de domínio de altas magias, causando problemas de toda espécie à Natureza e às pessoas puras e de amor…

A famosa história do dilúvio universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante.

As características do desenvolvimento científico e tecnológico de nossa civilização atual faz lembrar em muito os acontecidos durante a existência de Atlântida, motivo pelo qual, na próxima parte deste blog, colocarei com um pouco mais de especificidade tais ocorrências, para que possamos refletir mais e mais sobre os tempos que aqui vivemos hoje, bem como nas expectativas para o nosso futuro, as quais, infelizmente, não são nada promissoras…

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 23 de Maio de 2008

Hipátia III